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5 erros que você pode estar cometendo no cálculo da folha de pagamento

5 erros que você pode estar cometendo no cálculo da folha de pagamento

Um negócio de sucesso passa pela boa gestão em todos os setores, desde as atividades operacionais até as atividades-fim. Ponto sempre complexo de um empreendimento é a gestão administrativa e financeira de pessoal, sendo bastante comuns erros no cálculo da folha de pagamento. Veja se você está cometendo algum deles e corrija já!

Não classificar o funcionário por categoria

Cada empregado pertence a uma categoria profissional diferente e, por isso, é regido por uma Convenção Coletiva que dita as normas aplicáveis a essa profissão. Existem categorias que têm um piso salarial próprio, por exemplo, e outras possuem uma jornada de trabalho diferenciada. Tudo que diz respeito ao empregado pode influenciar na sua remuneração, causando impacto no cálculo da folha de pagamento.

Além do enquadramento na categoria profissional, um erro comum se dá quando o gestor não se atenta para a existência de funcionários sem carteira assinada, como as pessoas jurídicas e os freelancers.

Não conferir o cartão de ponto

A análise da jornada de trabalho do empregado influencia diretamente no pagamento ou não de horas extras e no banco de horas. O gestor que analisa um cartão de ponto de forma padrão, verificando apenas as horas que excedem a jornada normal da empresa, pode deixar de ver que nem todas as horas são extras.

Existem excessos em um dia que apenas compensam a falta de outros, assim como existem faltas justificadas e não justificadas (autorizariam o desconto dos dias).

Não considerar os adicionais

Empregados que se submetem a situações específicas têm direito a adicionais, que integrarão a remuneração e, consequentemente, influenciarão no cálculo da folha de pagamento. Adicional por trabalho noturno, por trabalho insalubre ou perigoso são exemplos corriqueiros nas empresas brasileiras, a depender da atividade econômica exercida.

Errar o cálculo de tributos, benefícios e descontos

Comum em empresas que não executam ou não possuem um planejamento tributário, o erro de cálculo dos tributos a serem recolhidos de cada empregado influencia diretamente na folha de pagamento.

Não custa lembrar que é preciso calcular o valor devido ao INSS, cuja alíquota pode variar entre 7,65% a 11%, dependendo da remuneração do funcionário. Em seguida, é preciso calcular o imposto de renda, cuja base de cálculo é o valor do salário deduzido o INSS.

Vale destacar ainda que, além da dedução do INSS, existem outras deduções legais (descontos e benefícios), que influenciam na base de cálculo do imposto: eventuais dependentes, faltas e atrasos no período, pensão alimentícia, vale-transporte, tíquete-refeição, adiantamento salarial e contribuição sindical. Após a dedução, é possível saber o valor líquido que será pago ao funcionário.

Não se atentar à variação de impostos

Além do erro de cálculo de impostos, o gestor pode se esquecer de considerar todos os impostos que devem ser pagos. Quando os considera, pode ocorrer de não se atentar às mudanças que influenciam no pagamento, como a mudança da faixa salarial do funcionário decorrente de uma promoção, o que pode mudar a faixa de incidência do imposto de renda, por exemplo.

Os gestores que não estão ligados às mudanças legislativas também podem errar o cálculo da folha de pagamento por não estarem cientes de uma nova alíquota, por exemplo.

Para que não haja erros no cálculo da folha de pagamento, o empresário deve considerar a contratação de uma consultoria especializada. Dessa forma, evita pagamento indevidos e problemas com a Receita Federal.

E se ficou alguma dúvida no cálculo da folha de pagamento, entre em contato conosco!

 


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